domingo, 26 de maio de 2013

E agora?

À medida que o meu estágio se vai aproximando do fim, vou pensando naquilo que vou fazer a seguir. A verdade é que não sei. E não sei não só devido à fraca oferta que todos nós sabemos que existe mas também (e talvez principalmente), porque não sei o que quero fazer da minha vida (e o que custa admitir isto?!). 

Mas não sei. 

A verdade é que seu pudesse, voltava atrás no tempo e tinha tomado muitas decisões de forma diferente. A verdade é que se pudesse voltar atrás no tempo, não tinha escolhido o curso que escolhi. Podia ter mudado? Poder, talvez pudesse. Mas quando somos jovens, somos estúpidos e não queremos desistir. Porque achamos que somos mais fortes que isso, que é normal, nos primeiros tempos, o curso não ser exactamente aquilo que esperávamos e que vai melhorar. Porque achamos que talvez haja ali alguma coisa que se adeque a nós. Porque achamos que a profissão e/ou a vida real, depois, será diferente. But, guess what? É, de facto, diferente, mas não nos preenche da forma como nós achamos que nos poderia preencher. Não nos preenche da forma como nós, a dada altura, achámos que outra coisa nos poderia preencher.

Depois, para além disso, achamos que se sairmos do curso vamos desiludir pessoas (já disse que quando somos jovens somos estúpidos? Pelo menos eu fui - ou sou). Porque pensamos que se sairmos do curso e entrarmos noutro vamos perder anos da nossa vida. Porque pensamos que talvez não sejamos capazes. Porque pensamos que se escolhemos, inicialmente, aquele curso, por alguma razão foi, e não queremos desistir.

Estúpida, estúpida, estúpida.

E agora estou nesta situação. 

Não sei o que quero e o que vou fazer da minha vida.

Achei que uma das saídas do meu curso pudesse ser, afinal, boa para mim e que eu pudesse ser boa nela. Comecei a trabalhar nessa área ainda não tinha acabado o curso, acabei-o e durante o estágio fui chegando à conclusão que não era bem aquilo. Que eu até podia ser boa a fazer aquilo (apesar do muito que tenho para aprender), mas que não é, afinal, a área ideal para mim.

E agora não sei.

Vejo muitas opções e, ao mesmo tempo, não vejo muitas opções.

Dieta: Semana 2

Outro quilo já foi :)

sábado, 25 de maio de 2013

Então é assim II

Tens que aprender: há certos sítios aos quais tu até podes chegar atrasado, estando, no entanto, sempre adiantada em relação às outras pessoas.

É a vida.

Então é assim

Se quiseres apanhar algum sinal vermelho para conseguires enviar uma mensagem/fazer uma chamada rápida, esquece, todos os sinais que vais apanhar são verdes. E os vermelhos tornar-se-ão verdes tão rápido que só tens tempo de ficar com o telemóvel nas mãos a mal dizer tudo.

Se estiveres atrasada, com pressa e quiseres apanhar os sinais verdes, esquece, vais apanhar os sinais acabadinhos de ficarem vermelhos (mas não tão acabadinhos que poderia ter passado com alguma segurança). 

É a vida.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Bah!

Por mais que possa ser agradável estar na cama a esta hora... Não é. 
E não é porquê? Por estou doente.

Ai, que bom que é, enfiar a cabeça na sanita às 6 da manhã para vomitar as tripas. E voltar a fazê-lo mais tarde. 

Bah!

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Dieta: dia 1

Ainda não são 10:30 e já acabei a comida que deveria comer de manhã, até às 13.

E tenho fome. 

Acho que não há volta a dar: tenho mesmo que incluir a fruta no primeiro lanche da manhã.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

What goes around... Comes around.

Há uns dias encontrei 1€ no ginásio. Como encontrado não é roubado e aquela criança que encontrou, uma vez, 1000 escudos no chão do corredor e, outra vez, dois contos e, em ambas as vezes, foi dar as notas ao coordenador do Primeiro Ciclo já desapareceu há algum tempo (a sério que eu era assim tão honesta  estúpida?), guardei-o.

Ontem, depois do trabalho, estava no Metro e, com uma neura de todo o tamanho,  deu-me a boa da gula. Ao trocar de Linha, passei por uma vending machine e resolvi comprar um Kit Kat - caga nisso, pensei, estás deprimida, tens direito à porra de um chocolate. Caga na dieta, assim como assim não vais emagrecer, mais vale ficares feliz e gorda que infeliz e gorda. 

Então pus 1€ na máquina, mas a estúpida resolveu comer-me a moeda e não deitou o chocolate cá para fora. Estúpida, talvez estivesse a zelar por mim, mas eu não queria, okay?!?!? 

Enfim, acabei por perder o tal euro que tinha encontrado - ou pelo foi assim que racionalizei a coisa.

Hoje voltei ao ginásio e... encontrei 1€ perdido no chão. 

domingo, 21 de abril de 2013

Dos fins-de-semana completos

Foi um fim-de-semana cheio. E bom.

Sábado:
- Regresso às aulas de Body Combat e experimentar Body Balance. Estou toda dorida e asseguro que não é do Body Combat. O Body Balance constituiria, sem dúvida alguma, um grande desafio. Só é pena não ter horário para ir às aulas e não ter grande pachorra para toda aquela "sintam as borboletas à vossa volta" - não é bem isso mas quase.

- Tratamento de beleza que de vez em quando sabe bem.

- Ir ter com uma grande amiga, ir ao "Todos por Um", ajudar quem precisa mesmo e conhecer a Pólo Norte (e a pena que tive de não pode ser dadora de medula óssea???)

- Ir ao Colombo ver a exposição do Andy Warhol.

- Ir jantar com as amigas mais antigas e constatar que já nos conhecemos há 20 anos. 


Domingo: 
- Acordar com energia para ir ao ginásio. 

- Aproveitar o sol maravilhoso. 


Tão bom. Assim, as coisas até parecem melhores. 

sábado, 30 de março de 2013

Entretanto...

Acabei no outro dia de ler "A Queda dos Gigantes" - esse sim, um óptimo livro. 

Não vou ler já o "Inverno do Mundo" porque quero deixar "descansar" as personagens e prolongar um bocado a coisa... Porque quando acabar esse, vou ter que esperar pelo lançamento do 3º livro e não sei quando isso poderá ser. Mas ele está ali, mesmo ao meu lado, à minha espera. 


Há uma primeira vez para tudo

E algum dia eu tinha que gostar mais de um filme que do respectivo livro. 

Aconteceu com o "Guia para um Final Feliz" (ou, se quiseremos em Inglês, "Silver Linings Playbook"). 

Como já escrevi aqui, eu gostei do filme. Ok, não compreendo toda a ideia que anda/andou à volta dele de ser um filme espectacular, mas gostei do filme, gostei das interpretações (apesar de também não achar que a Jennifer Lawrence, por muito bem que tenha estado, tenha merecido ganhar o Oscar) e gostei da história.

Do livro... Bem, gostei da história e... pouco mais. 

Em relação à escrita, e muito honestamente, parecia que tinha sido um miúdo de 13 anos a escrever o livro. Às tantas pensei que uma vez que sendo a história contada pelo Pat Peoples - a personagem do Bradly Cooper no filme - e tendo ele sofrido aquele traumatismo, a "infantilidade" na escrita (e, portanto, da linguagem da personagem) poder-se-ia dever a uma consequência desse traumatismo. Mas não me parece. Ok, a personagem era problemática, mas não me parece que uma limitação da linguagem e uma idade mental de 13 anos fosse um dos seus problemas.

E aqui entra outro calcanhar de Aquiles do livro - os problemas do Pat Peoples.

1. (e fica-me muito mal dizer isto) - Mas que homem stalker, obcecado com o seu corpo e com a ex-mulher! Credo! 

1.1. (e por isso é que eu admiti a hipótese de a escrita ser infantil por ele ser, de certa forma, "infantil" - coisa que ele até admite) - Mas para além de seres "psicótico", tens 12 anos?!

2. O psiquiatra do Pat Peoples. Eu sei que tenho apenas o Mestrado Integrado em Psicologia, não me considerando sequer psicóloga por causa disso, muito menos psicóloga clínica - o meu mestrado é de outra área. Mas uma das regras básicas da terapia prende-se com a relação que o terapeuta pode ter com o paciente. Assim, se aquelas duas pessoas têm uma relação terapeuta-paciente, não convém que tenham outro tipo de relação, muito menos que essa relação envolvam copos - coisa que não acontece no livro.Com um tratamento assim, parece-me normal que o tratamento tenha demorado a surtir efeito.

No meio disto tudo, o que é que me chateia?

O livro, tratando de uma doença mental, de como as pessoas lidam com isso e das relações entre familiares e amigos, tinha potencial para ser muito mais interessante e muito mais profundo. Não estou a dizer que os livros têm todos que ser obras pesadonas para serem interessantes, mas este tinha potencial para ser muito mais interessante - sem ser, necessariamente, pesadão.

Mas não. Ficou-se ali pelo básico ou, até, menos que básico. O que foi uma pena.

No lado bom da coisa, andei, durante uns dias, com o Bradley Cooper nas mãos porque a capa do livro é o cartaz do filme.





Oh pá...

Ando para escrever isto desde 3ª feira...
Mas o último episódio do How I Met Your Mother está de cortar os pulsos.



Não só por causa do Ted como, também (e talvez sobretudo), por nossa causa. 

sábado, 9 de março de 2013

Sim, a minha mãe continua com riscas encarnadas no cabelo (a combinar com o novo tarifário da Vodafone)

Mas continua, também, a ter atitudes que quase me deixam de lágrimas nos olhos e por bons motivos, leia-se). 

Ontem a minha mãe fez pão de brioche que é o pão (da máquina de fazer pão) que cá por casa mais se gosta. Claro que tendo sido comido acabado de fazer, quente, foi quase todo - sim, a minha mãe, a minha irmã e eu somos três alarves a comer pão. 

Foi quase todo porque ninguém conseguiu comer a última fatia, que eu guardei. 

Agora, ao pequeno almoço, resolvi comê-la. Diz-me a minha mãe, que adora comer pão ao pequeno almoço "Eu quase ia comer essa fatia... Mas ontem vi-te a guardar essa fatia com tanto cuidado que a deixei para ti." 

E sim, fiquei toda sentimentalona. Talvez porque tive uma semana de merda, a trabalhar quase 12 horas por dia, e me soube muito bem estar em casa, com estas pequenas coisas.

domingo, 3 de março de 2013

Porquê?

A minha mãe pinta o cabelo já há muitos anos de preto.

A minha mãe nunca pinta o cabelo de castanho porque ao "abrir", fica assim meio para o encarnado.

A minha mãe está farta de pintar o cabelo.

Em conversa com a cabeleireira, resolve fazer umas madeixas mais claras, castanhas, para começar a clarear o cabelo (a ideia seria, a seu tempo, deixar de pintar o cabelo, permitindo que ficasse branco).

A minha mãe apareceu há uns dias com o cabelo preto e umas riscas castanhas -não gostei porque não gosto desse tipo de "tratamentos".

Mas o pior aconteceu. As riscas castanhas "abriram" e ficaram encarnadas.

A minha mãe, uma senhora respeitável de quase 53 anos, tem o cabelo preto com madeixas a.k.a. riscas encarnadas.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Made my day!



É sexta feira!

E amanhã vou para o Algarve. Ya ya, vou amanhã e volto no Domingo, amanhã parece que o tempo vai estar meio manhoso e blá blá blá. Don't care, vou respirar um ar diferente :)

A semana que passou não foi fácil, a próxima também não será e a outra também deve ser cheia. Por isso vai-me fazer bem.