quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

O problema

É que eu (ainda) não estou habituada a isto. A ter alguém e a ser feliz por isso. A partilhar-me com outra pessoa. A mostrar-me a outra pessoa. 
Sempre fui o tal bicho do mato que nem os meus amigos conheciam realmente. A quem nem aos meus amigos me dava a conhecer realmente. Nem a eles eu realmente assumia estas minhas inseguranças. 

Não estou habituada a isto. A dar-me a conhecer. E agora que o fiz, fiquei de neura. Acho que vai dar chatices. Coloquei esta carapaça, este escudo. Espero o pior. Porque esperar o pior faz com que que se o pior chegar, eu já esteja preparada e já não sofra tanto. Pessimismo defensivo.

Preciso do próximo fim-de-semana. Não deste já, mas do próximo. 

Eu tenho vários problemas

E um deles é que quando ponho um macaquinho na cabeça, é difícil ele sair. 

E outro é achar que por mostrar e assumir verdadeiramente um lado menos bonito de mim, as outras pessoas vão gostar menos de mim, se vão fartar de mim. 

E daí a neura. Porque me assumi, a determinado momento, como insegura em relação a determinada coisa ao A. e por isso acho que ele me pode achar menos interessante. Porque afinal não sou a miúda forte e segura de si. E meti este macaquinho e agora... Agora ele não sai. Eu pergunto-lhe se está tudo bem e ele diz que sim e eu tenho que acreditar, mas o macaquinho não sai. 

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Ontem, a imaginar uma conversa que poderia ter, comecei a chorar.
Se calhar, sou maníaco-depressiva ou borderline ou bipolar. Se calhar tenho mesmo a cabeça estragada e sou incapaz de ser feliz. Incapaz de aceitar as coisas boas que tenho, que a vida me dá. 

Estou sempre à espera que as coisas corram mal. Sou incapaz de aceitar as minhas qualidades. Vesti esta capa de "sou estranha" e não me vejo de outra forma. Sinto que não pertenço a lado nenhum. Sinto que estou a deixar a vida passar sem fazer nada de jeito. Sinto que vou falhar em tudo na minha vida. Sinto que se eu não me fartar das pessoas, as pessoas vão fartar-se de mim. 

Bela forma de começar o ano, hein? 


segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Ser B. L.

Ser B. L. é sentir-se, sem grandes razões, uma pessoa estranha e deslocada.
Ser B. L. é estar de neura, com vontade de chorar, sem perceber muito bem porquê.
Ser B. L. é ficar estranha e por isso achar que as outras pessoas estão estranhas em relação a ela.
Ser B. L. às vezes é uma treta.

Mas também pode ser só TPM.
Esperemos que seja só TPM.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Escolher o Lado B

- Falar com o A. sobre o que te apoquenta. Deitar tudo cá para fora e perceber que ele percebe, apesar de não conseguir fazer nada para mudar a situação - sendo que eu também não queria que ele fizesse alguma coisa. O que é que ele podia fazer? Deixar de se dar com os amigos? Dizer aos amigos para deixarem de se dar com ela? Nenhuma das opções seria boa, todas elas colocar-me-iam a mim e a ele em posições pouco fixes. É ir levando. E esperar que a rapariga, eventualmente, arranje os seus próprios amigos.

- Deixar de pensar tanto na outra empresa e na PQAP. Deixar de me importar. Foi uma má experiência. Ela tem sucesso, os managers gostam dela...Bom, Karma is a bitch e pode ser que entretanto a verdade se descubra.

- Pensar que as escolhas são da minha amiga.

- Aproveitar o Natal. Bom, pode dizer-se que estou a aproveitar. Já vou com dois jantares de Natal em cima, primeiro com amigos do A. e depois com os meus amigos (em que o A. também foi). Sentir-me integrada no grupo do A. (eu demoro a deixar-me integrar e a sentir-me integrada) e sentir que o A. também se deu bem com este grupo (foi a primeira vez que esteve com algumas das pessoas).

- O trabalho é o que é (hoje estou mesmo só a cumprir horário, não há muito que fazer), mas é um trabalho que me paga ao final do mês e será, espera-se, uma rampa de lançamento. Mantra mantra mantra.

A vida não é perfeita, todos o sabemos. Mas temos que aproveitar o que nos dão, o que temos. Às vezes pode parecer difícil, mas tem que ser. Não me posso queixar, tenho uma vida boa!

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Lado A

Não se pode dizer que esteja triste. Estou "só" meio "coiso" (seja lá isso o que for).

- No Domingo: conversa surreal com a amiga mais antiga que teve a capacidade de me irritar profundamente. Não pelo facto de a questão me afectar directamente, que não me afecta, mas pelo facto de achar que ela está completamente sem noção. Eu sei que cada um saberá da sua vida e essas coisas, mas 23 anos de amizade faz com que me irrite com estas coisas e me preocupe mesmo com o que raio ela está a fazer à sua vida. E que me sinta impotente. Eu quero estar lá para ela - não sou assim tão má pessoa -, e ela, eventualmente, até pode querer que eu esteja lá para ela. Mas para lhe dizer que sim, que tem razão. Antes da conversa surreal combinámos encontrarmo-nos na sexta-feira, para eu estar com ela e com o filho dela (meu afilhado), mas com isto tudo, perdi toda e qualquer vontade de o fazer. Pelo menos nesta semana. 

- Dormi mal na noite de Domingo para Segunda e acordei já no último toque de despertador, a correr e cheia de dores de cabeça. 

- Durante a tarde de Segunda, tive umas irritações no meu trabalho e soube que a tal PQAP obteve as tais distinções. 

- Fui para casa e feita gulosa comi, às 18h30, uma super bolacha que é muito boa mas torna-se enjoativa. Fiquei enjoada. 

- Fui para casa do A. para jantarmos e irmos a um espectáculo com um amigo dele. O jantar era quiche que levava atum. Como atum, mas não gosto e acho que fiquei ainda mais enjoada. 

- O passado do A. (i.e., a ex-namorada) não deixa de aparecer porque se mantém super amiga dos amigos dele. Ainda estou a aprender a lidar com esta situação, mas às vezes torna-se complicado deixar o revirar de olhos permanecer interior e não a mandar à merda. Não sei a história, não sei se quero saber a história, e não sei se ela tem algum objectivo escondido. Mas é enervante, extremamente enervante. 

- Voltei a dormir mal esta noite, o trabalho voltou a ser parvo, deprime-me estar a fazer isto (porque eu tenho capacidades para mais, muito mais) e quero falar com o A. sobre esta situação. Mas não lhe quero dar demasiada importância.

Estou meio "coiso". 

Lado B

- Gosto do A. e acho mesmo que ele também gosta de mim (caso contrário, não estaria com ele). Depois de quase 4 semanas afastados, porque ele esteve a trabalhar fora, fui buscá-lo ao aeroporto e porra, gosto dele. Somos felizes juntos. Temos diferenças, temos pontos de vista diferentes, mas combinamos bem e somos felizes juntos.  

- Tenho trabalho. Não é o meu trabalho de sonho, não me paga o suficiente para ter a minha casa, mas acaba por ser um ordenado superior ao de muita gente (claro que o nosso País é que é isto, com ordenados de merda para rendas de casas altíssimas), mas tenho um trabalho naquela que eu quero que seja a minha área de trabalho. O trabalho é perto de casa, não vou para Lisboa (tendo em conta a confusão que Lisboa está, isso é óptimo), venho de carro e não pago estacionamento. O facto de muitas vezes não ter muito que fazer permite-me que me dedique a fazer trabalhos para a Pós-Graduação. 

- Quero acreditar que um dia isto me vai lançar para voos mais altos - seja para a empresa do andar de cima, seja para outra coisa qualquer.

- Vivo numa boa casa, num país em paz, e eu e os meus temos saúde. 

Estou meio coiso, mas se calhar devia estar mais grata. 




segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Mas como?

O problema até podia não ser meu. A pessoa em questão até pode ser uma Puta Que A Pariu, péssima líder e incapaz de manter uma equipa. No entanto, gnahou duas distinções neste ano. Como é que isto acontece? Será que ela é mesmo excepcional naquilo que faz e é "só" má a liderar uma equipa e péssima nas relações pessoais? E é essa a razão pela qual os managers dela comem tudo aquilo que diz? 

Eu não me devia importar com isto, especialmente agora que sei que mais pessoas sofreram nas mãos dela. Mas chateia-me, melindra-me, incomoda-me. Acho injusto. 

Sim, aplicando a gíria psicológica, ainda não tenho a situação resolvida. Preciso de trabalhar nisso. Mas não consigo deixar de pensar "como?". 

Enfim. 

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Se calhar o problema não era eu

Em Janeiro deste ano, como se sabe, comecei a trabalhar numa empresa. Estive lá cerca de 1 mês e a coisa correu muito mal. Em Fevereiro estive à procura de trabalho e em Março comecei um trabalho novo, aquele onde estou agora e que, muitas vezes, me leva ao desespero.

Porque é um trabalho muito pouco desafiante - estou lá desde Março e já faço tudo aquilo de olhos fechados. No entanto, tirando isso, pode-se dizer que a coisa correu bem. A minha manager teve a bebé e eu fiquei sozinha lá, o que me deu mais responsabilidade e valoriza, de certa forma, o meu CV (para compensar a má experiência).

No entanto, nos dias maus, penso que se calhar as pessoas da empresa de Janeiro teriam razão. Que se calhar eu sou mesmo limitada e talvez isto que eu estou a fazer, pouco desafiante, seja mesmo a única coisa que eu consigo fazer.

Entretanto, no edifício onde eu trabalho, no andar por cima do meu, há uma empresa de consultoria e um dos consultores trabalhou na empresa onde eu trabalhei em Janeiro (o LinkedIn é pior ainda que o Facebook). Ele não só trabalhou lá como trabalhou na mesma área que eu e, portanto, com a mesma Team Leader que eu. Admito que sempre tive alguma curiosidade de lhe perguntar, num qualquer momento que o encontrasse no elevador, como é que tinha sido a experiência dele, mas nunca tive coragem.

Hoje encontrámo-nos à porta do elevador e depois do "boa tarde", a conversa começou mais ou menos assim:

Ele - Olhe, eu peço desculpa... Mas trabalhou na empresa X, não foi?
Eu - Trabalhei.

[Entrámos no elevador]

Ele - Na área Y, não foi?
Eu - Sim.
Ele - Com a PQAP (não vou identificar a pessoa, mas pode ser Puta Que A Pariu).
Eu - Sim.
Ele - É duro.
Eu - É duro.

Sim, como disse a minha colega que estava comigo, falávamos a mesma língua.

Saímos no meu piso e ele contou-me a experiência dele. Não foi tão rápida como a minha (eu devo ter batido algum record), mas foi péssima. E a tipa era mesmo uma besta de pessoa - o problema não era só meu, nem dele, porque a verdade é que entre a entrada e saída dele e a minha entrada, passaram pelas mãos dela algumas pessoas que ela maltratou. E os managers da empresa não percebem. Têm a visão dela e só dela e os outros é que são incompetentes, inúteis, precisam de acompanhamento e não têm as competências necessárias.

Eu sei que sou competente e que sou capaz de muito mais do que aquilo que faço. Só preciso de uma oportunidade para o fazer.

Mas, enfim, isto pode ser uma connection importante. Quem sabe se um dia não vou para a consultora lá de cima? ;)





sábado, 10 de dezembro de 2016

Se calhar estou velha

Tenho quase 30 anos (bem, ainda faltam 3, mas estou quase lá - medo!!) e em muitas alturas começo a sentir-me velha.

Como quando estou a fazer um trabalho de grupo para a Pós-Graduação e deparo-me com certas e coisas e para além de pensar "porra, mas a sério que estas pessoas já passaram pelo Ensino Superior?"  e já não tenho pachorra, como já tive, para andar atrás. Umas mudo à minha maneira (sim, eu sei que isto não se faz), outras já nem quero saber. Porra pá, irrita-me isto! O que é que eu ia fazer? Andar atrás de pessoas que ou não sabem, ou não querem saber ou, pior, não conseguem saber?

O que vale é que pelo menos até final de Janeiro não terei mais coisas destas (isto é, trabalhos de grupo).

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Ser croma

É estar a fazer uma Pós-Graduação e já estar a desesperar com um trabalho de grupo e, mesmo assim, estar já a pensar na próxima.

Agora estou a fazer em Gestão de Recursos Humanos. A próxima... Gestão? 

Pausa para rir. 

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Mas nem tudo é péssimo

Na sexta-feira, para desanuviar, fui nadar à piscina de sempre. Foi ali entre o trabalho e a pós-graduação, 2km em 50 minutos. Nada mal. À saída da piscina, um homem veio ter comigo e disse-me qualquer coisa como "lembro-me de te ver nadar em miúda. Sempre nadaste bem e evoluíste bem". Como é que é? Eu, míope e sem óculos, não reconheci a personagem e achei aquilo só estranho. Mas depois, à saída do ginásio e já de óculos, voltei a encontrá-lo. E sim, lembrava-me dele. E soube bem, no final daquela semana da treta, ouvi-lo dizer que eu nadava muito bem, que tinha uma óptima pernada de bruços e que sempre achou que eu teria potencial para mais. Tive vontade de lhe dar um abracinho.

Mais tarde, na pós-graduação, apresentei ao professor a ideia para o meu trabalho. Ele gostou imenso e até disse que poderia ter potencial para algo mais que um trabalho. Ou seja, tornar esta ideia num eventual negócio. Não me parece que vá acontecer - o trabalho não vai ficar nada de especial -, mas fez-me bem ouvir a coisa.

As coisas continuam bem com o A. Bem, a verdade é que ele neste momento está a embarcar para Angola e vai lá ficar 3 semanas, mas tirando isso, continua tudo bem.

E a vida vai correndo. Há dias, semanas más. Mas também há dias bons.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Há dias assim

Há dias em que só nos apetece não acordar. Dias em que não queremos sair da cama, não queremos vir trabalhar, não queremos fazer nada. Queremos dormir, dormir e continuar a dormir. Parar o tempo. Ou avançar no tempo, para aquela altura em que a vida nos corre melhor. Em que conseguimos atingir os nossos objectivos, em que não nos sentimos inúteis e até incompetentes. Em que não nos sentimos uns falhados, em que não sentimos que "isto" é tudo o que podemos esperar e almejar, porque não temos competência nem capacidade para mais. 

Há dias em que nos sentimos culpados por nos sentirmos assim. Porque apesar de o nosso trabalho não nos estimular minimamente, temos trabalho e até é na nossa área - supostamente, se isto fosse um trabalho a sério. Porque apesar de não conseguirmos sair de casa dos nossos pais, temos em casa dos nossos pais um lar e pessoas que sempre nos apoiaram. Porque apesar de tudo, não se pode dizer que tenha uma vida má, pelo contrário.

Mas há dias em que acordamos e pensamos "falta qualquer coisa", sendo o qualquer coisa, uma coisa grande. 

O pior? É quando os dias não é só 1 dia, aleatório, porque todos temos dias assim. É quando o dia é uma semana, duas, 1 mês. 

Quando não conseguimos deixar de pensar no que raio estamos a fazer à nossa vida. Quando não conseguimos deixar de pensar que se calhar, as pessoas que me mandaram embora em Janeiro tinham mesmo razão e eu sou uma incompetente. 

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Vendo as coisas pelo lado positivo

O facto de ter um trabalho onde não tenho trabalho faz com que tenha tempo para me dedicar aos trabalhos da Pós-Graduação. 

E claro, é melhor ter um pseudo-trabalho do que não ter qualquer trabalho. 

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Long time, no see

Não me esqueci do blog nem me esqueci de escrever. 

Tenho vindo a este blog, mas apenas para ir ver os blogs que estão ali nas leituras. E tenho escrito, mas para mim. 

De resto, cá continuo.

Desde Agosto passaram-se 2 meses e meio. Estive afónica em Setembro, a minha manager foi de baixa (o que faz com que neste momento trabalhe sozinha num trabalho completament inglório), o bebé de uma amiga minha nasceu, fui a Barcelona com o A. (uma viagem espectacular, sem dúvida e que já deixa muitas saudades), o bebé de outra amiga nasceu (e de quem serei a madrinha) e soube que outra amiga está grávida. E agora... Cá estou.

As coisas com o A. correm bem (embora por vezes antigos fantasmas apareçam), as coisas com os meus amigos também, o meu trabalho vai correndo. Mas hoje, talvez porque é segunda feira, estou de neura. Preciso de calor e sol na minha vida. 

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Como ultrapassar (mais) um dia mau

Jantar um cachorro quente e uma Coca-Cola na praia. De sobremesa, uma bola de gelado da Santini. Ouvir o Voodoo Marmalade ao vivo e dançar feita parva. Porque se não nos levarmos tanto a sério, seremos infinitamente mais felizes. Beber uma caipirinha com Cascais como  vista. 

Tudo isto na companhia do A. Há dias assim. Em que a vida nos pode parecer uma merda. Mas que também nos pode parecer maravilhosa. 

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Que fazer à depressão pré fim de férias?

Amanhã acabam as mini-férias. Praia de manhã, queimar os últimos cartuchos, e seguir para Lisboa depois de almoço.

E a verdade é que isso me custa mais do que eu estava à espera.

Porque o tempo está espectacular e uma semana sabe a pouco. Porque a água do mar está espectacular e uma semana sabe a pouco. Porque corro muito melhor aqui e uma semana sabe a pouco.

Uma semana sabe a pouco.

Mas, principalmente, porque vou voltar à vida real. Porque vou ter que enfrentar o que se passa. E o que é que se passa? Tenho um trabalho onde não vou conseguir crescer nem aprender mais do que aprendi nos últimos 6 meses. E vou voltar, para continuar a fazer exatamente o mesmo e continuar sem aprender nada.

Tenho que mudar rapidamente.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

O melhor de nos chatearmos...

É fazermos as pazes. Connosco e com os outros. Parece que afinal ainda há esperança para mim :)

domingo, 10 de julho de 2016

A sério?

Aos 10 de Julho de 2016, triste, desiludida, furiosa, assisti, sozinha em casa, Portugal a ser campeão europeu.

Haja alguém - seja futebolista, maratonista, nadadora - com sucesso.
 

terça-feira, 5 de julho de 2016

E já lá vão quase 2 meses

Desde a última vez que parei por aqui.
E a verdade é que estes quase 2 meses foram bons. Relativamente bons, vá. O trabalho vai correndo, o A. também. Ou ia. Porque entretanto, aconteceu a última semana.

O que é que pode acontecer numa semana? Tudo. Ou quase nada. O pior é quando o quase nada é tudo.




quinta-feira, 12 de maio de 2016

A vida não é perfeita e há alturas mais complicadas que outras. Há dias menos bons, em que o acordar custa e só apetece ficar na cama "só mais um bocadinho". Porque há algum problema no trabalho, porque a chefe está impossível, porque o chefe da chefe está intragável, porque está a chover, porque está frio, porque porque porque.

Mas depois há as outras coisas. O trabalho tem coisas boas, a chefe nem sempre está impossível e a chuva não durará para sempre. Esperemos. E depois... Depois há dias em que voltamos a nadar depois da fisioterapia e sentimos que aquilo é mesmo mesmo fixe e revigorante. E temos pessoas. Pessoas que se preocupam e gostam. E tenho o A., esse ser que apareceu na minha vida e com quem falar a noite pelo facebook é tão bom... :)